sexta-feira, 29 de abril de 2011

Obstinada enxergo ao longe possibilidades radiantes

Bom, é normal se sentir deprê, desmotivada em algum momento, mas não dá pra deixar a peteca cair.
Essa música, na verdade, essa frase "osbtinada enxergo ao longe possibilidades radiantes" me faz muito bem, me dá força, me faz acreditar que vai dar certo...
Sem contar que a música é bem gostosinha de ouvir e cantar e dançar...


Obstinada
Composição : Paulinho Pauleira

Me livrei do seu enredo
Estou de porta aberta
Meu caminho é longe desse seu desamor

Irrequieta
Cabelo ao vento
Pareço um planador

Vejo léguas à minha frente
Fui pro andar de cima
Desatarraxei você das bordas de mim

Absoluta
Milhas adiante
Muito bem melhor assim

Por isso eu nunca pararia
Na parada em que você estaria
Sabe lá no que vai dar
Não me arriscaria
No meu rim, no cotovelo
Na raiz de um fio de cabelo
Que resido do indivíduo
Me desarvoraria
Estou assim
Por isso vim
Contar minha historinha
Livre enfim
Você pra mim, não

Desafio, desvario
Rio de Janeiro
Abre as asas quentes sobre o meu nascer do sol

Espevitada
Examino as frentes
Batuque, praia e rock 'n' rool

Recomeço no tropeço
No sobressalto
Nem eu mesma aturo esse meu estado borbulhante

Obstinada
Enxergo ao longe
Possibilidades radiantes

Por isso eu nunca pararia
Na parada em que você estaria
Sabe lá no que vai dar
Não me arriscaria
No meu rim, no cotovelo
Na raiz de um fio de cabelo
Que resido do indivíduo
Me desarvoraria
Estou assim
Por isso vim
Contar minha historinha
Livre enfim
Você pra mim, não

Desabafo II

Por que será que é tão difícil aceitar as pedras no caminho mesmo tendo consciência que elas na verdade são fundamentais para o nosso crescimento e amadurecimento?

Confio muito, e já tive diversas provas, que mesmo quando as coisas dão errado, no futuro, percebemos que na verdade estava tudo certo. Só estava sendo escrito por linhas tortas...

Tenho metas e estou tentando, com todas as minhas forças, alcança-las. Mas são tantas pedras... mas tantas pedras, que eu tô ficando cansada.

Sou obstinada, a brasileira que não desiste nunca, mas as vezes também tenho dúvidas. Será que estou no caminho certo? De repente as coisas dão errado com o propósito de me fazer desistir mesmo, né? Então, eu busco uma nova alternativa e descubro um novo caminho. Mas como eu posso ter certeza? A única certeza que eu tenho é que ninguém pode me dizer por onde ir... somente eu posso saber que caminho quero seguir e onde quero chegar.

É tão difícil ser responsável pelo próprio destino. Se é que isso existe... ser dona do próprio destino.

Tá bom, né? Desabafei.

Espero que Deus me dê serenidade pra tomar as decisões certas e paciência para aguardar os resultados.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Projeto prevê punições para estudante que desrespeitar professor

Um projeto de Lei que tramita na Câmara dos Deputados prevê punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento nas instituições de ensino. De autoria da deputada Cida Borghetti (PP-PR), a proposta será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família, de Educação e Cultura e de Constituição e Justiça. As informações são da Agência Câmara.

De acordo o projeto de Lei 267/11, em caso de descumprimento das regras escolares, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, será encaminhado à autoridade judiciária competente.

A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante.

Segundo a deputada Cida Borghetti, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineiro nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, muitas vezes, acabam sem punição.

Fonte: Terra

[É inacreditável que seja necessário criar uma lei para que alunos respeitem professores. A sociedade está a cada dia mais perdida. Os alunos estão rebeldes e desrespeitosos, os pais não tem mais autoridade sobre seus filhos e os professores ficam no meio.
Ao sofrerem as agressões dos alunos, os professores convocam a presença dos pais, que escutam as queixas e prometem tomar providências. No dia seguinte o aluno volta mais revoltado. O professor, cansado de remar contra a maré, vai deixando pra lá... E assim caminha a humanidade...]

Sutiã aos 6 reabre polêmica da "adultização" de crianças

Peças com enchimento que imita o formato dos seios estão à venda em lojas

Mãe que presenteou filha com roupa íntima afirma que apenas atendeu a curiosidade; psicóloga critica prática


Depois das maquiagens e dos sapatos de salto, crianças ainda longe da pré-adolescência, na faixa dos seis anos, agora têm à disposição sutiãs com enchimento.

Lojas de departamentos passaram a vender peças para meninas com bojos que imitam o formato dos seios, conforme revelou a coluna Mônica Bergamo ontem.

Fábricas de Franca, no interior paulista, afirmam que passaram a produzi-los a pedido de mães cujas filhas disseram querer imitá-las.

Uma funcionária das lojas Pernambucanas da rua da Consolação, na região central de São Paulo, afirma vender cerca de 30 sutiãs infantis com enchimento por dia.

Ontem, no entanto, só eram encontradas peças com numeração a partir de 12. Segundo a Pernambucanas, os produtos com numerações menores foram retirados das lojas "por uma demanda do licenciador [a marca]".

Na Pernambucanas do shopping Aricanduva (zona leste de SP), Maria Helena Gomes, 40, e a filha, Ana Paula, 7, examinavam as lingeries. A menina usa o sutiã com bojo desde os seis anos de idade, mas só em casa, para brincar, diz a mãe.

"Como ela é miudinha e magrela, o peito chama muita atenção. Tenho medo de que zombem [fora de casa]."

Adriana Aparecida de Moraes Câmara, 38, deu a primeira peça a sua filha mais nova quando ela tinha cinco anos. Ela diz ter atendido a uma curiosidade da criança.

"Ela usou muito pouco, mais no começo, porque estava empolgada. É mais a curiosidade de ter um igual ao da mãe", afirma Adriana.

A venda dos sutiãs com enchimento para meninas tão novas reabre a discussão sobre a "adultização" precoce.

"Se até para os adultos o padrão estético desejado é inalcançável, imagina para as crianças, que não têm nada a ver com isso", observa a psicóloga da PUC-SP Maria da Graça Gonçalves.

Vestir criança como adultos, afirma a psicóloga, é deslocá-la da fase que ela deveria viver e jogá-la para um universo adulto.

É por esse motivo que a avó Juracilda Isidro, 52, negou o pedido de sua neta de quatro anos por uma peça com enchimento. "Ela disse: "Ah, vovó, eu quero um igual ao seu". Mas acho errado vestir criança como adulto."

Para a terapeuta sexual Fátima Protti, munir criança de sexualidade, através de maquiagem ou roupa de crescida, é lhe dar uma arma carregada que ela não sabe usar. "Passa longe da criança o sentido erótico por trás do que veste ou usa", afirma.

Diretora da Frelith Lingerie, empresa que fabrica peças para crianças, Sueli Maria Pereira Silva, 50, defende o seu produto.

Para ela, as peças são mais "uma brincadeira" do que algo para as meninas usarem no dia a dia.

(JULIANA COISSI, CHICO FELITTI e VANESSA CORREA)