sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Domingo, dia 7, eu tava assistindo a Descida das Escadas de Santos, a mais importante competição de downhill urbano brasileiro, que acontece no Monte Serrat, em Santos. A equipe do Esporte Espetacular tava lá, o Tiago Leifert tava apresentando. Eles elogiaram muito os moradores do local, que estavam em peso prestigiando a prova. Até avisaram para o Tiago que as pessoas da comunidade tinham ajudado a lavar as escadarias para a competição. Quando eles deram essa informação só lembrei de uma coisa: Mural dos Morros. Fiz duas edições do Mural no Monte Serrat. Lembro que da primeira vez que fui visitar o lugar a reclamação de alguns moradores era que a competição de downhill quebrava as escadarias e depois demorava muito para consertar. Me disseram que o Monte Serrat só passava por manutenção duas vezes ao ano: antes da competição de downhill e antes da festa de Nossa Senhora do Monte Serrat. Então, no momento, só me resta agradecer por ter cursado jornalismo, mesmo que hoje o meu diploma não sirva pra muita coisa. Mais que o curso, eu agradeço as aulas do Mural, que tanto reclamávamos na época. Agora eu sei como é importante conhecer a comunidade.
Devolve, moço
Existe aqui uma mulher
Uma bruxa, uma princesa, uma diva, que beleza
Escolha o que quiser
Mas ande logo, vá depressa
Nem se atreva a pensar muito
O meu universo ainda despreza
Quem não sabe o que quer
Meu coração eu pus no bolso
Mas apareceu um moço
Que tirou ele dali
Não, isso não é engraçado
Um coração, assim, roubado
Bate muito acelerado
Devolve, moço
Devolve, moço
O meu coração do bolso
Devolve, moço
Devolve, moço
O meu coração do bolso
Uma bruxa, uma princesa, uma diva, que beleza
Escolha o que quiser
Mas ande logo, vá depressa
Nem se atreva a pensar muito
O meu universo ainda despreza
Quem não sabe o que quer
Meu coração eu pus no bolso
Mas apareceu um moço
Que tirou ele dali
Não, isso não é engraçado
Um coração, assim, roubado
Bate muito acelerado
Devolve, moço
Devolve, moço
O meu coração do bolso
Devolve, moço
Devolve, moço
O meu coração do bolso
(A. Cañas, F. Jimenez)
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
A primeira quinzena do ano ainda nem acabou e várias tragédias já aconteceram em 2010. Logo nas primeiras horas do ano um desastre em Angra... agora no Haiti.
É muito triste ver pessoas, que estão tentando ajudar e transformar o mundo num lugar melhor, perderem a vida. Soldados em missão de paz... a fundadora da Pastoral da Criança...
Uma coisa que me entristece menos é saber que essas pessoas não morreram em um ataque terrorista, um assalto, ou foram assassinadas como a missionária americana Dorothy Stang.
Eles perderam a vida em um desastre natural...
Bem... talvez isso devesse me entristecer mais.
Afinal, Deus deve estar mesmo muito chateado com a gente!
É muito triste ver pessoas, que estão tentando ajudar e transformar o mundo num lugar melhor, perderem a vida. Soldados em missão de paz... a fundadora da Pastoral da Criança...
Uma coisa que me entristece menos é saber que essas pessoas não morreram em um ataque terrorista, um assalto, ou foram assassinadas como a missionária americana Dorothy Stang.
Eles perderam a vida em um desastre natural...
Bem... talvez isso devesse me entristecer mais.
Afinal, Deus deve estar mesmo muito chateado com a gente!
sábado, 9 de janeiro de 2010
Cada pessoa pensa como pode...
O que interessa para os outros a minha opinião?
Sempre pensei assim. Por isso, nunca escrevi nada que fosse "opinativo". Sempre preferi os textos informativos.
Crie esse blog no segundo ano da faculdade para ter nota em Novas Tecnologias... E para não dizer que eu não escrevia nada, postava textos produzidos para ter nota em qualquer outra matéria da faculdade...
Depois do segundo ano eu esqueci que tinha um blog.
Mas valeu a pena! Escrevi uma matéria sobre "amor e amizade" para uma edição especial de Dia dos Namorados do Agência Facos (jornal laboratório do segundo ano) . O texto foi publicado em 12 de junho de 2007 e para a minha surpresa em 10 de junho de 2009 a matéria foi elogiada pelo filho de um casal usado como personagem.
Por conta desse comentário, eu não excluí o blog. Fiquei realmente muuuito feliz!!!
Mas de que vale um blog com um texto só? Blog legal tá sempre atualizado, né?
Mas também não é legal postar só poesias e textos dos outros... se for só isso fica chato.
Pensando bem... se uma pessoa tem um blog é para se expressar... e se alguém lê é porque quer saber o que essa pessoa tem a dizer.
Então é isso o que eu tenho a dizer por enquanto:
"O que pode acontecer de mais chato no mundo é o chato que se chateia a si mesmo, o autochato. Para essa extrema contingência, descobri em tempo que a última solução não é o suicídio. É escrever, desabafar para cima do leitor, o qual, se me leu até aqui, a culpa é toda dele."
Sempre pensei assim. Por isso, nunca escrevi nada que fosse "opinativo". Sempre preferi os textos informativos.
Crie esse blog no segundo ano da faculdade para ter nota em Novas Tecnologias... E para não dizer que eu não escrevia nada, postava textos produzidos para ter nota em qualquer outra matéria da faculdade...
Depois do segundo ano eu esqueci que tinha um blog.
Mas valeu a pena! Escrevi uma matéria sobre "amor e amizade" para uma edição especial de Dia dos Namorados do Agência Facos (jornal laboratório do segundo ano) . O texto foi publicado em 12 de junho de 2007 e para a minha surpresa em 10 de junho de 2009 a matéria foi elogiada pelo filho de um casal usado como personagem.
Por conta desse comentário, eu não excluí o blog. Fiquei realmente muuuito feliz!!!
Mas de que vale um blog com um texto só? Blog legal tá sempre atualizado, né?
Mas também não é legal postar só poesias e textos dos outros... se for só isso fica chato.
Pensando bem... se uma pessoa tem um blog é para se expressar... e se alguém lê é porque quer saber o que essa pessoa tem a dizer.
Então é isso o que eu tenho a dizer por enquanto:
"O que pode acontecer de mais chato no mundo é o chato que se chateia a si mesmo, o autochato. Para essa extrema contingência, descobri em tempo que a última solução não é o suicídio. É escrever, desabafar para cima do leitor, o qual, se me leu até aqui, a culpa é toda dele."
Mário Quintana
No ano passado...
"Já repararam como é bom dizer "o ano passado"? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem... Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraodinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas.
(...)
Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado.
Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova."
(...)
Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado.
Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova."
Mário Quintana
Relendo Mario Quintana
Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
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